domingo, 27 de junho de 2010

Instituições de ensino inovam ao utilizar o SMS Corporativo como ferramenta de comunicação junto a seus públicos

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Universidades e escolas aderem a novas formas de interação com seus públicos com o uso do SMS.


Para tornar mais ágil e eficaz a comunicação com seus públicos, algumas instituições de ensino têm inovado ao adotar novas tecnologias no envio de comunicados a pais e alunos. Um caso muito bem sucedido foi a utilização do SMS pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (INEP) quando da aplicação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) no ano de 2009.

O SMS Corporativo foi um dos canais de comunicação utilizado junto aos candidatos, dispensando a necessidade de acesso ao portal por parte do aluno, assim como do envio dessas informações via correio. A ferramenta também foi utilizada quando do cancelamento da data de realização das provas. O aviso aos candidatos foi realizado de forma instantânea, o que agilizou todo o processo de comunicação junto a esse público específico.

Algumas aplicações ainda são pouco exploradas, mas prometem trazer grandes melhorias a diversos setores nos próximos anos como no caso do ensino à distância, com a possibilidade de manter o aluno sempre informado sobre as atividades disponíveis e os prazos propostos sem a necessidade da utilização de um terminal de computador.

Na região Sul, a Ulbra já faz uso desse tipo de mídia, através da solução oferecida pelo Comunika, empresa do mercado de mobile business e comunicação corporativa, que consiste no envio de datas de rematrículas e felicitações pela aprovação dos estudantes no concurso vestibular. A Feevale também vem utilizando o SMS Corporativo como solução de comunicação para informar os acadêmicos sobre mudanças de salas de aula ou sobre adiamento de cursos.

O Diretor de Comunicação Social da Ulbra, professor Douglas Moacir Flor destaca a rapidez e os relatórios de entrega das mensagens como fatores que agregam valor ao uso desse tipo de ferramenta na comunicação com a comunidade acadêmica da universidade. “O resultado do contato da ULBRA com seus alunos, professores e colaboradores através de SMS foi muito positivo. A novidade foi muito bem aceita por todos esses públicos. O envio de SMS garantiu uma comunicação eficiente para a divulgação que necessitávamos”, destaca.

O gerente de TI da Feevale, Carlos Henrique Schwartzhaupt, também ressalta o impacto positivo do uso desse tipo de ferramenta junto aos alunos da instituição.  "Utilizamos o SMS para o envio de comunicados aos alunos desde junho de 2003. Fomos pioneiros nesse tipo de iniciativa e pretendemos manter esse serviço visando estreitar ainda mais a comunicação com nossos públicos”, destaca.

O SMS Corporativo também pode ser utilizado para o envio de aviso de pagamentos, datas de rematrículas, lembretes de data de provas, sala e horário do vestibular, lembretes de feriados ou dias em que não haverá aula, ou anda, qualquer eventualidade na instituição ou com professores.

Sobre o Comunika

Comunika é uma unidade de negócios da BeWireless, uma das empresas líderes no mercado de mobile business e comunicação corporativa, atuando no mercado brasileiro desde 2001. O Comunika oferece soluções completas para o envio de mensagens SMS para telefones celulares de todo o Brasil através da internet. O Comunika conta com duas sedes, uma em Porto Alegre e outra em São Paulo. Mais informações podem ser obtidas pelo site www.comunika.com.br

terça-feira, 22 de junho de 2010

Armani Exchange utiliza Bluetooth em São Paulo.

13 de junho de 2010
Por: Lucas
Durante a semana dos namorados, a Armani Exchange realizou ações de Bluetooth com um casal de promotores na região dos Jardins, nos shoppings Higienópolis, Bourbon e Pátio Paulista. A coleção Primavera/Verão 2010 da grife é inspirada no Valentine´s Day, celebrado dia 14 de fevereiro no hemisfério norte. Assinada com o slogan ‘Share the Love’ (Compartilhe o Amor), o mote da campanha é baseada na valorização dos sentimentos em uma temática friendly, entre três casais em cenas sensuais.
É possível visualizar os vídeos no hotsite www.sharethelove.com.br e compartilhá-los através do Twitter, Facebook, MySpace ou via Bluetooth nos aparelhos celulares.
Tecnologias: Bluetooth.
Empresas participantes: 2call, Armani Exchange, Avano.

domingo, 20 de junho de 2010

Eleições: campanha no celular sem opt-in não dá


05 de maio de 2010
Por: Marcelo Castelo
Não temos como falar sobre o mundo publicitário em 2010, sem passar por Copa do Mundo e eleições…
Eleições! No ano passado, no evento Efeito Obama, estive com Ben Self, estrategista da campanha digital de Obama e “futuro” responsável pela campanha digital da Dilma Rousseff.
Em sua palestra, Shelf destacou o potencial do celular lembrando as mais de 160 milhões de linhas ativas de celular (números da época, atualmente já passamos dos 175). Chegou até a falar que o “canal” celular só perde para a TV aberta…
Muito bom ouvir esse tipo de colocação, mas devemos ter cuidado e nos atentar a alguns detalhes. Utilizar o celular para atingir as massas deve ser via voz ou SMS e é exatamente por isso que para mim o opt-in é o principal ponto de discussão aqui.
Em relação à voz nem preciso me aprofundar muito, o telemarketing já está aí para pontuar a opinião dos usuários sobre este tipo de serviço. Falando sobre SMS… Imagine só um petista recebendo uma mensagem no estilo “vote Serra” em seu celular. Acho que ele não ficaria muito feliz!
Vou bater na velha tecla: apesar de ser uma mídia de massa, o celular é muito pessoal e isso se agrava quando o assunto é política. Opt-in genérico definitivamente não pode ser levado em consideração quando o assunto é política, religião, sexo ou futebol.
Dentre os players que não gostam de frustrar os usuários de celular, as operadoras aparecem em destaque. Voltando ao exemplo do nosso amigo que recebeu o SMS do “Vote Serra”, se ele fosse reclamar com alguém, com certeza o call-center da operadora apareceria com uma de suas primeiras opções. Por causa disso um projeto de opt-in genérico, além de não agradar os usuários, provavelmente não seria aprovado pelas operadoras!
Uma alternativa que vejo com muito bons olhos é o opt-in ativo, no qual o usuário deve enviar uma determinada palavra-chave para um número curto e assim começará a receber conteúdos via SMS do seu candidato. Por exemplo, quem enviar Serra para 45455, começará a receber SMS com propostas, lembretes de quando o candidato for aparecer em algum canal de televisão, lembrete de visitas do candidato na sua cidade etc.
O assunto das mensagens pode ser segmentado e o tipo de informação oferecida pode ser dos mais variados.
Este formato me lembra muito o Twitter e seus 140 caracteres. Eu, por exemplo, passei a gostar mais do Serra após começá-lo a seguir no Twitter, me senti mais próximo! Inclusive, mesmo com centenas de perguntas, todos os dias ele responde para algum anônimo.
Só para registrar, eu escolhi seguir o Serra e é assim que acho que deve funcionar em relação ao SMS… As pessoas devem escolher de quem querem, ou não, receber as mensagens.
Para divulgar este “serviço”, não faltam oportunidades. Os políticos devem aproveitar e mobilizar todas as mídias que dispõem. Colocar chamadas nos horários políticos, nas propagandas de TV, rádio, no site e por aí vai…
Para mim este opt-in ativo, somado ao formato de “pílula”, é uma solução matadora.
É claro que além dos SMS, temos outros formatos que podem ser explorados pelos partidos. Internet móvel, aplicativos, bluetooth, “santinhos” pelo celular, QR codes. Isso sem contar os diferentes formatos de mídia, se é que eles poderão ser utilizados…
Um bom exemplo, que merece destaque, é o aplicativo do Obama para iPhone. Entre outras funcionalidades, ele se integrava com a agenda do celular e iria selecionando com quais pessoas da sua agenda você já tinha falado na tentativa de convencê-los a votar no Obama. Muito bacana!
Para finalizar, gostaria de falar para todos aqueles que vão trabalhar de alguma maneira em alguma campanha, para que não caiam na “tentação do Malandro”.
Em 2008, o então candidato a vereador pelo PTB, Sérgio Malandro, disparou um “broadcast SMS” convocando os eleitores a votarem nele (obviamente, nenhum deles tinha autorizado o recebimento das mensagens). Confira a mensagem abaixo:
Reparem que a mensagem não veio de um número curto, mas sim de um número de celular com o DDD 31. Provavelmente algum “malandro” utilizou um modem GSM e listas de terceiros para fazer este disparo “fora do radar” das operadoras.
Nem preciso dizer a minha opinião sobre o assunto, né? Além de ser ilegal, o opt-in passou longe desta ação! Existem algumas palavras-chave para a utilização do mobile marketing em campanhas políticas: relevância, frequência, engajamento, etc.
Mas a palavra que não pode sair da cabeça de quem estiver por trás dessas campanhas é “opt-in”!
Publicado no Webinsider
Marcelo Castelo (twitter.com/mcastelo) é sócio da F.biz e editor-chefe da Mobilepedia.

sexta-feira, 28 de maio de 2010

Internet é mais influente que a televisão

  • Uma pesquisa realizada pelo Centro Avançado de Estudos e Pesquisas da ESPM (CAEPM) concluiu que a internet hoje é a ferramenta mais influente na decisão de compra do consumidor. Segundo o estudo, chamado “Marcas online – os processos de formação sob produtos e serviços na internet”, realizado em parceria com o Ibope, 46% dos brasileiros consomem depois de ver campanhas online. Em segundo lugar no ranking de influência, recomendações de amigos e familiares ficaram com 26%. A TV ficou em terceiro, com 21%, e jornais e revista com 7%.
  • Analisando por faixas etárias, a parcela da população que mais é influenciada pela internet se encontra entre 25 e 29 anos de idade.  Destes, 50% afirmam comprar produtos depois de verem anúncios online.
  • Os dados foram apresentados ao iG. A pesquisa completa será divulgada em junho pela ESPM.
Fonte

Avanço da internet condiciona campanha de presidenciáveis

Estratégias para captar votos na rede já estão a pleno vapor.
Pré-candidatos se tornam "tuiteiros" e apostam em mídias sociais.

Thiago Guimarães, Maria Angélica Oliveira e Marília Juste Do G1, em São Paulo

Em plena expansão no Brasil, a internet promete ser uma ferramenta fundamental nas campanhas eleitorais deste ano no país.
Atentos ao potencial de instrumentos como mídias sociais e softwares para arrecadação online, os principais pré-candidatos à Presidência já articulam estratégias para fisgar o eleitor na rede.
E não são poucos votos. Se em 1998 o índice de brasileiros com acesso à internet era inferior a 3% do total de eleitores, hoje há 67,5 milhões de brasileiros de 16 anos ou mais (35% da população) com acesso à rede em qualquer ambiente, como casa e trabalho, segundo pesquisa do Ibope Nielsen Online.
Outros números acendem o radar das campanhas. Do total de usuários, 31,7 milhões costumam navegar por redes sociais (como Twitter e Facebook), blogs e outros sites de relacionamento.
O uso eleitoral da internet ganhou relevância com a eleição de Barack Obama nos EUA, em 2008. Ferramentas como o my.barackobama.com ajudaram a organizar eventos reais e revolucionaram a captação de recursos para a campanha, que atingiu US$ 500 milhões, com 3,2 milhões de doadores.
Tendência que não passou despercebida pelo mundo político. Até então novatos na chamada Web 2.0, por exemplo, os principais pré-candidatos à Presidência se tornaram em pouco tempo “tuiteiros” (usuários do Twitter), adaptando seus discursos ao universo de 140 caracteres do microblog.

Fonte: O Globo
Leia a notícia na íntegra

quinta-feira, 27 de maio de 2010

Como o Twitter ajuda o mercado de mobile marketing

Por: Marcelo Castelo

Como trabalho com mobile há algum tempo, já cansei de ouvir perguntas do tipo: “Castelo, eu vou comprar um celular. Qual é o melhor?” e “Castelo, vou trocar de operadora. Que plano devo fazer?”. Nos últimos tempos, surgiu uma nova pergunta: “Castelo, como eu faço para usar o Twitter no meu celular?”.
Essa pergunta e as possíveis respostas para ela me motivaram a escrever este artigo. Voltando a pergunta acima, ela pode ter diferentes respostas:
- Acesse o m.twitter.com
- Baixe um aplicativo para o seu aparelho
- Utilize algum serviço de SMS
Um ponto interessante é que muitas dessas pessoas que me fizeram a tal pergunta, nunca haviam baixado um aplicativo para celular e o fizeram pela primeira vez por causa do Twitter. O mesmo acontece em relação ao acesso à internet móvel.

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É aí que surgem novas perguntas: “Estou pagando por isso?”, “Quanto custa?”, “Tem também para o Facebook?”. O Twitter pode abrir as portas do mobile para muitas pessoas. Esse gráfico do Google Insights for Search pode deixar claro o que eu quero dizer. Os termos “aplicativo para celular” e “twitter celular” têm praticamente o mesmo volume de buscas nos últimos três meses.
Esse movimento me faz lembrar quando minha mãe começou a utilizar a internet. O computador sempre esteve ali, mas ela nunca deu bola! Até um belo dia em que a Ana Maria Braga começou a convocar suas telespectadoras a conferir as receitas do programa no site. Foi aí que eu ouvi: “Filho, como liga isso aqui? Preciso ver uma receita que vi no programa da Ana Maria hoje de manhã!”.
A partir daí minha mãe começou a conhecer e, posteriormente, navegar constantemente na internet. A Ana Maria está para o relacionamento da minha mãe com a internet assim como o Twitter pode estar para o relacionamento de muitas pessoas com aplicativos para celular e até a internet móvel.
Voltando as perguntas do primeiro parágrafo… Algumas das pessoas que as fizeram são anunciantes. Isso significa que, além de adquirir novos adeptos, o mercado de aplicativos e a internet móvel ficam muito mais visíveis para as marcas. Um bom exemplo disso é que, há um tempo, uma VP de uma grande empresa me perguntou como fazia para utilizar o Twitter em seu celular (um Blackberry, no caso). Indiquei um aplicativo para ela e mostrei como baixá-lo. Ela gostou muito e se surpreendeu com a facilidade do processo.
Resultado: em uma reunião, tempos depois, consegui vender facilmente uma proposta que contemplava um aplicativo e um site móvel. A marca entendeu a importância de ter o seu logotipo ali, no desktop do celular.
Porém, a batalha não acaba por aqui… Após a venda, novas questões começam a entrar em pauta: “Como as pessoas vão saber que meu App existe?”, “Que tipo de conteúdo ele deve ter?”, “Só da para fazer para iPhone?”, etc.
Em relação à distribuição, existem algumas possibilidades: bluetooth marketing, App Stores, pré-embarcar o aplicativo direto no celular, banners em sites móveis (ou outros aplicativos), distribuição via deck das operadoras, call-to-actions via SMS, etc. Já temos cases que exploram todos estes formatos por aqui!
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Para quem pensa em desenvolver um aplicativo para iPhone, uma pesquisa da AdMob apresenta como os usuários do aparelho encontram aplicativos. Busca, navegação pelos top aplicativos ranqueados e o “boca-a-boca” ocupam as três primeiras posições, respectivamente.
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A divulgação está longe de ser o único ponto de atenção para uma marca que procura lançar um aplicativo para celular. Alguns outros pontos merecem destaque:
- Apesar de você “oferecer” o aplicativo gratuitamente, o usuário, muitas vezes, precisará pagar pelo tráfego de dados (e em alguns aparelhos, configurar a conexão);
- Pense bem quais os aparelhos que você vai “portar” o aplicativo. Vale lembrar que temos entre 200 e 500 mil iPhones no Brasil. E os outros 160 milhões? Em alguns casos, portar o aplicativo para 600 aparelhos deveria ser o padrão;
- Guarde um dinheiro para a manutenção do aplicativo. Novas funcionalidades e novo porting podem ser obrigatórios para o sucesso dele;
- Em vários casos é melhor fazer um site móvel do que um aplicativo (é mais barato e mais rápido o desenvolvimento/manutenção);
- Não esqueça! No iPhone, a Apple precisa aprovar o seu aplicativo e no Blackberry, a navegação é “diferente”, em virtude da navegação pela “bolinha”;
- Cuidado! Em vários celulares, os aplicativos com mais de 100Kb não funcionam.
O último ponto, talvez o mais óbvio, mas com certeza o mais importante, é que o conteúdo deve ser relevante. O usuário precisa ter vontade de abrir o seu aplicativo! A competição no “hardware” é extremamente dura! (veja o desktop do meu aparelho na imagem abaixo).
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O Twitter no celular pode ser a porta de entrada para o relacionamento de diversos usuários com diversas features do celular. Hoje eu falo do Twitter, amanhã pode ser uma nova rede social ou até a Ana Maria Braga divulgando receitas pelo celular. Fato é que cada vez mais pessoas com diferentes perfis estão ampliando o seu campo de relacionamento com seus celulares. Você já está preparado?
Publicado no Webinsider
Marcelo Castelo (twitter.com/mcastelo) é sócio da F.biz e editor-chefe da Mobilepedia.

quarta-feira, 26 de maio de 2010

SMS Colaborativo ajudando o Terceiro Mundo

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Fabio Frazão in Modelos de Negócio
SMS ajuda Terceiro Mundo
O alcance e a capacidade de distribuição do celular agora são usados para ajudar comunidades carentes da África. E isso não é uma ação assistencialista, ou sem fins lucrativos.

Buscando o potencial de mais de 2 bilhões de usuários nos países em desenvolvimento, a txteagle oferece remuneração usando o cumprimento de “mini-tarefas” por meio do celular.  O serviço é usado por empresas como a Nokia que tem interesse em testar softwares de mapas e realizar tradução de dialetos locais da África.

Tarefas são distribuídas via SMS com perguntas simples como: Traduza “Casa” na sua língua local.  As respostas são consideradas válidas quando um mesmo resultado é apontado pela grande maioria dos respondentes.

Um sistema inteligente considera o comportamento histórico de respostas para selecionar novos grupos de distribuição de tarefas. Usuários com histórico de respostas corretas também ganham relevância na apuração. O pagamento da recompensa é feita através de conta bancária atrelada ao número do telefone.

Esse serviço é oferecido no Kenya pela Mobile Planet e Safaricom e em breve estará em Ruanda e Republica Dominicana através da operadora Viva