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quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Sadia lança Social Game "Se vira Hot Pocket®”

Ações de Social Media para interagir e melhorar o  Relacionamento das marcas com os seus clientes tem sido a nova onda contemporânea da publicidade, e ,principalmente, o conhecido social game (afinal são mais de 70% dos usuários do Facebook que afirmam este ser o atrativo principal). A agência Clickisobar criou para a Sadia o game "Se vira Hot Pocket®”, que contou com a produção de áudio do Estúdio Angels.

O game desafia o usuário do Facebook a matar a fome do maior número possível de amigos. É uma versão gastronômica do "tiro ao alvo".

Um game simples, divertido e que já podemos perceber este movimento das agências por uma estratégia dinâmica e jovem para marcas como o Hot Pocket da Sadia.

A trilha sonora foi criada por Nick Graham e teve forte influência das bandas de punk rock inglesas. “A trilha tinha que dar um tom frenético, jovem e divertido para o game. Um detalhe interessante é que ela vai acelerando conforme o tempo se esgota. Com isso geramos um clima mais tenso e divertido para as pessoas que encararem o desafio”, explica Arthur Abrami.
Confira o resultado no Se Vira Hot Pocket®.


terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Redes sociais e empresas: a interação não é apenas para os clientes



Falamos tanto em interação e em canais diretos com o consumidor que esquecemos de pensar ou ver o outro lado da moeda: o das empresas.

Para nós, clientes e consumidores - de serviços, marcas, produtos ou informações, uma plataforma cada vez mais abrangente em interatividade seria o ideal. Mas, e para as companhias, como fica esse intercâmbio? 
Precisamos formatar nossas ideias e vivências multimidiáticas e refletirmos um pouco sobre questões nem sempre muito debatidas na rede. Será que todas as empresas realmente estão dispostas a adotar um fluxo constante de informações com os usuários? Até que ponto as corporações querem pagar pela permuta da social media? 
Muitos gurus da internet e das redes sociais apenas lançam estratégias e planos midiáticos digitais revolucionários e, pasmem, imbatíveis. Mas o que muitos não cogitam é o verdadeiro fio de ouro do tecelão.
O fluxograma de informações é mais benéfico para o público-alvo do que para as empresas, e não o contrário.
Muitas empresas estão aderindo às novas mídias, em parte, por enxergarem possíveis mercados mas também por projetarem que se, ao teimarem entrar, provavelmente as informações comecem a ser trocadas sem que estas estejam participando ou controlando. 
A formulação do pensamento é simples: antes, grandes empresas, médias e pequenas detinham todo o poder e controle das informações e ações - desde os perímetros internos da companhia até grande parte do território físico, ou não onde os tentáculos das marcas chegavam fora da corporação. Era como uma bolha, onde apenas um lado conseguia manejar todos os alinhamentos e trajetos, sem maiores preocupações ou frustrações. 
Hoje, todo esse conteúdo, que era administrado da forma mais hierárquica possível, passa a ser manobrado por muitos. Não importa mais se uma determinada empresa é grande ou não, as informações na web 2.0 irão circular livremente e, quando negativas, os impactos gerados jamais poderão ser dominados de forma autoritária por ninguém.
As interações fizeram com que os consumidores passassem a ter um share de participação nas decisões maior até do que, propriamente, a empresa. 
No mundo tradicional, as empresas detinham todo o controle de visão de onde se situavam. Na web 2.0 isso é praticamente impossível.
Não há como saber onde as empresas estão ou onde estarão, o que gera um enorme desconforto e insegurança para a tomada dos próximos passos.
As empresas estão desconcertadas pois antigamente elas fabricavam um tênis e imputavam seu uso na sociedade. Com a internet, um produto é rejeitado antes mesmo de ir para as lojas. O que antes eram dados, hoje possuem nome e sobrenome: há pessoas do outro lado do consumo. 
Seja em um blog, um perfil no Twitter ou através de um e-mail, as empresas estão tendo a sensação de que estão lindando com pessoas e isso tem sido assustador para elas.
Não é por pouco que grandes empresas que já lidavam de maneira mais pessoal com seu público, como a Dell, continuam reinando na web. Souberam transmitir o relacionamento direto com o cliente do mundo offline para o online.
Porém muitas empresas ainda não perceberam isso e serão massacradas nas redes sociais, principalmente as empresas que não trabalhavam para com seus consumidores de forma eficiente.
Se você não soube construir um relacionamento entre empresa e cliente no mundo analógico, não é no digital que você irá aprender.
Cleyton Carlos Torres é jornalista e blogueiro. Pós-graduando em História, também é pós-graduado em Comunicação, com ênfase em Assessoria de Imprensa, Gestão da Comunicação e Marketing. É pesquisador de novas tecnologias, web 2.0, comunicação, mídia e jornalismo digital.
http://www.blogmidia8.com


sexta-feira, 24 de setembro de 2010

O grande erro das redes sociais


Por Ricardo Lacerda | Portal Amanhã
Está na hora de as empresas monitorarem o que as pessoas comentam sobre marcas em redes sociais. É o que afirma o especialista em marketing digital e diretor da Agência Publiweb, Conrado Vaz, que nesta quarta-feira desembarca em Porto Alegre para ministrar um workshop sobre o assunto. “As redes podem atingir uma enorme quantidade de pessoas, mas as empresas não são capazes de detectar esses dados porque não se preocupam com eles”, alerta Vaz. Nesta entrevista, ele conta por que as marcas ainda têm tanta dificuldade para se adaptar às particularidades das redes sociais e garante: por enquanto, nenhuma marca utiliza plenamente o potencial do Twitter. Confira:

Recentemente, AMANHÃ publicou uma reportagem mostrando que as marcas estão “perdidas” no ciberespaço. Você concorda?

Vejo que não só as marcas, mas as próprias empresas estão perdidas. O modelo mudou do monólogo para diálogo. O discurso de colocar o consumidor no centro de toda a ação agora é uma exigência. O problema nesse aspecto é que as empresas, as faculdades e, principalmente, as agências não prepararam seus modelos de negócio para essa mudança. O consumidor quer interatividade, mas as agências ainda aconselham seus clientes a impor a comunicação onde o consumidor estiver – independente de ele querer isso ou não. Os consumidores querem se relacionar com suas marcas, só que elas não sabem como gerir esse relacionamento.

Quais são os erros que levam as empresas a manter esse descompasso com o comportamento do consumidor?

Um deles é achar que a mídia de massa gera o tipo de relacionamento que os consumidores querem. Quando o consumidor entra na internet, ele lê nos fóruns a opinião sobre cada marca e descobre aqueles problemas que não aparecem na propaganda – e aí o investimento de milhões vai por água abaixo. Não se pode mais achar que uma mentira contada dezenas de vezes no horário nobre se transforma em verdade. Era assim na época que o consumidor não tinha nenhuma opção. A TV era sua grande fonte de informação e, diante disso, tudo que era falado nela tinha credibilidade. Hoje, o consumidor quer se relacionar com as marcas, quer descobrir o que é bom e o que não serve, quer pesquisar preços, compartilhar informações com seus amigos e exercer sua atividade no mercado.

O que são as “redes submersas” de comunicação e por que as empresas devem prestar atenção nisso?

Quando você fala com um amigo seu pelo MSN sobre um produto, posta em um blog uma opinião negativa sobre uma empresa ou começa um movimento para assinar um projeto como o "Ficha Limpa" pela rede, existe um conteúdo informacional enorme que passa despercebido pelas empresas. Ele pode atingir uma enorme quantidade de pessoas, mas as empresas não são capazes de detectar esses dados. Mas são essas redes submersas – de dados, opiniões, críticas, sugestões de melhoria e outras informações cruciais – que estão fazendo cada vez mais a diferença na taxa de conversão de pessoas que “têm contato com a marca” para pessoas que “compram o produto”.  Essas redes são detectáveis e representam uma fonte de dados preciosa para qualquer negócio. É a melhor pesquisa de opinião ou pesquisa de mercado que a empresa poderia ter. E é gratuita.

Hoje, é comum vermos campanhas claramente desenhadas para se tornarem “virais”. No entanto, muitas delas fracassam ou deixam a impressão de que estão “forçando a barra”. Existe alguma característica comum que diferencie o marketing viral bem-sucedido daquele que dá em nada?

As empresas acham que viral é lançar um vídeo engraçado na internet. É muito mais do que isso. As campanhas virais são aquelas que capturam o espírito da época, a necessidade do consumidor, aquilo que ele já queria ler ou fazer. O Obama é um excelente exemplo. Ele é um excelente produto. Após uma política que praticamente quebrou os EUA, surge alguém que representa o contrário daquilo que os americanos estavam acostumados nos seus últimos 500 anos: um negro democrata defendendo reformas. Praticamente um conto de fadas – algo muito semelhante como que aconteceu na campanha do Beatle, o nosso fusca, nos EUA na década em 1959, com o "Think Small". Tanto o Obama quanto o Think Small foram virais porque tinham excelentes histórias e representavam o que o público queria em termos de mudança. Viral é muito mais do que um vídeo engraçadinho: é capturar o espírito das massas, é ler o consumidor e entender o que ele quer.

Na sua visão, quais são as empresas que exploram plenamente o potencial do Twitter como meio de construção de marca?

Plenamente, nenhuma. A Zappos é um bom exemplo, mas ainda poderia melhorar. O Twitter não é uma ferramenta de propaganda, é uma tremenda ferramenta de relacionamento. A maioria das empresas não vê o correto papel do Twitter porque não entenderam direito nem o que era blog ou qual o princípio que a internet traz em si. Acham que o Twitter é apenas uma ferramenta, quando na verdade ele encerra um novo conceito que tem muito mais a ver com a nossa ansiedade de informação e de imediatismo na comunicação.


Link da entrevista:
http://www.amanha.com.br/home-2/782-o-grande-erro-das-redes-sociais

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Facebook trabalha para aproximar empresas



O Facebook está engajado em se aproximar do meio corporativo. Recentemente, a rede social lançou o "Facebook and Media", em que procura facilitar o trabalho das empresas que pretendem investir no site. Além disso, o blog da companhia publicou recentemente um post no qual apresenta resultados da ferramenta e explica melhor como trabalhar com o Facebook.

O Facebook and Media foi atualizado na última segunda-feira (26) com informações às empresas interessadas em aumentar o tráfego em seus sites apenas com o uso pleno das ferramentas da rede social. A página possui duas abas de interesse, uma para desenvolvedores e outra para jornalistas, com dicas para melhorar a relação com o site.

Na parte para jornalistas, por exemplo, há três tópicos: "Ganho de distribuição a curto prazo", "Construir ligações duradouras" e "Avançar a história". Dentro do "Ganho de distribuição a curto prazo" há o assunto "Receba notícias em seu leitor de feeds", em que se ensina os sites noticiosos a divulgarem conteúdo por meio de ferramentas como o botão "Like" – que ajuda a espalhar o artigo "gostado".

O site ressalta que cada usuário possui em média 130 amigos no Facebook e que essa rede ajuda na disseminação de conteúdo - já que mais de 30 milhões de artigos são compartilhados por mês no site.

No blog, o Facebook também se propõe a ajudar empresas a trabalhar com mídias sociais. O post mais recente apresenta alguns resultados do Facebook and Media, inaugurado em abril. A companhia afirma que desde "blogs de pequeno porte a grandes organizações de mídia focam na produção de conteúdo de qualidade" e, por isso, o Facebook oferece a "possibilidade de completar este conteúdo, tornando a experiência mais social - permitindo que as pessoas descubram o conteúdo dos amigos e outros leitores mais recomendados".

Redação AdNews

domingo, 1 de agosto de 2010

As redes sociais mais populares

http://twitpic.com/1ttg93/full


Na revista Época, do mês de junho, deste ano, saiu uma matéria que mostra quais são as redes sociais mais populares do Brasil (veja na imagem ampliada). O orkut lidera no Brasil com 26 milhões de usuários, em torno de 72%, mas só no nosso país. O Facebook é considerado uma rede social em expansão.



terça-feira, 20 de julho de 2010

6 mandamentos para não errar nas redes sociais

Em matéria publicada  no site Info Abril,  Emerson Calegatti (gerente geral do MySpace no Brasil) fez uma palestra em 2009 sobre como usar as redes sociais segundo o presidente dos Eua, Barack Obama.
Como este ano é eleitoral, nada melhor do que investir nessas mídias sociais para utiliza-las ao seu favor. Obama é um exemplo de político que melhor usou as mídias sociais existentes. Se o Brasil é um dos países que mais está conectado na Web, é claro que os brasileiros vão estar dentro das redes sociais. O Brasileiro já é famoso por ser social por natureza, a internet só vem comprovar esta característica.

Relembrando os 6 mandamentos que ele citou para as empresas usarem as mídias sociais:

"1- Saberás qual é sua reputação na web
Calegaretti diz que a empresa precisa tentar entender qual é a percepção do público da sua marca, antes de começar qualquer ação na internet. Segundo ele, a repercussão dos insatisfeitos é maior que a dos satisfeitos e esse efeito é ainda maior na web. “Obama explorou a insatisfação dos americanos com Bush e usou a internet para captar esse sentimento”, diz.
2- Farás planos diferentes, pois cada rede é distinta
O diretor do MySpace Brasil recomenda que as empresas não criem uma mesma ação para diferentes redes sociais. “É trabalhoso, mas é preciso entender o que é mais interessante para cada rede”, diz. Mais uma vez, ele cita Obama como exemplo: “No Flickr, ele mostrou fotos do dia a dia, no Twitter, falava de ações imediatas, no LinkedIn, mostrava que era um profissional respeitado e preparado para o cargo que pretendia assumir”, diz.
3- Ouvirás e não apenas falarás
A internet não é como a TV, que manda uma mensagem para milhões de pessoas, mas não escuta o que elas falam, segundo Calegaretti. “É preciso aprender a ouvir o feedback das pessoas, usar a sabedoria das multidões”, diz.
4- Engajarás as pessoas em torno de ti
As campanhas nas redes sociais não precisam necessariamente falar sobre o produto em si, mas principalmente envolver os internautas em alguma ação. Calegaretti cita os casos de empresas que criaram hotsites no MySpace, como a Nokia (Myspace.com/xpressmusic).
5- Medirás os resultados
O Returno of Engagement (ROE) é fundamental, diz Calegaretti. “Há empresas que dizem que não conseguem mensurar as ações nas redes sociais, mas há diversos indicadores para verificar se uma ação é bem sucedida, como a quantidade de amigos e seguidores, número de comentários.”
6- Permanecerás de maneira contínua
Quando Obama foi eleito, ele pegou a base de informações e seguidores e transportou para o site Change.gov. “Depois da eleição, ele continuou a conversa com a população. No site da Casa Branca, ele já gravou um vídeo com respostas às perguntas enviadas pelos cidadãos”, diz Calegaretti. Segundo o diretor geral do MySpace Brasil, não se deve abandonar as pessoas que você conquistou em uma ação feita na internet. " (fonte Info)


domingo, 16 de maio de 2010

Redes Sociais é sinônimo de descoberta de novos talentos e melhor comunicação interna com seus funcionários na sua empresa.


Sabemos que as  empresas de sucesso sempre buscaram inovação na sua forma de oferecer seus produtos e serviços, assim como de se comunicar com a sua clientela. A realidade das empresas mudou, e hoje podemos perceber que elas tem que se adaptar a nova era digital. É necessário dinamismo e mais democracia no relacionamento entre cliente e empresa. As empresas devem estar no futuro globalmente integradas, ávidas por mudanças, além de pensar em sustentabilidade e no longo prazo.
Uma têndencia é inovar primeiramente na comunicação da empresa com seus funcionários, dando margem para ouvir as opniões de seus empregados e inclusive a oportunidade de descobrir talentos, que não são possíveis de descobrir quando um funcionário fica apenas desenvolvendo uma função na empresa.
Existem diversos motivos para se adotar redes sociais dentro das empresas como:
    1. Discussão das idéias dos funcionários de forma ágil: Além da empresa ouvir as diversas opniões, levantar debates, e discussões sobre satisfação dos funcionários, possibilita a aproximação e melhor relacionamento até ao mais alto escalão de funcionários.
    2. 80% dos brasileiros que se conectam gostam de redes sociais: é bem grande a porcentagem de brasileiros que estão conectadas a alguma rede social.
    3. É uma tecnologia simples e fácil: com as diversas ferramentas que auxiliam como criar qualquer tipo de rede social, não é um bicho de sete cabeças.
Se você tiver interesse em fazer uma pequena pesquisa sobre o nível de satisfação e ter curiosidade do que seus funcionários pensam, a Doxa faz uma pequena pesquisa para sua empresa com perguntas diretas. Para saber como inserir melhor a sua empresa nessas redes sociais, você pode fazer uma consulta gratuita através do e mail: contato@doxacomunicacao.com